O universo de The Electric State está prestes a ganhar uma nova dimensão com o lançamento de The Electric State: Kid Cosmo, um jogo de vídeo prequel que chega poucos dias após a estreia do aguardado filme dos irmãos Russo na Netflix. Este jogo mobile, que já conta com um trailer disponível, promete oferecer aos fãs uma experiência interativa imersiva, ambientada na paisagem desolada e robótica de uma América alternativa dos anos 1990.
Baseado no romance gráfico de Simon Stålenhag, o filme The Electric State estreia em 14 de março de 2025 na Netflix, trazendo Millie Bobby Brown no papel de Michelle, uma adolescente órfã que cruza o oeste americano em busca de seu irmão mais novo, Chris. Ao seu lado estão Cosmo, um robô excêntrico, Keats, um contrabandista interpretado por Chris Pratt, e Herman, o parceiro robótico falante de Keats, dublado por
Anthony Mackie.
A trama, roteirizada pela dupla Christopher Markus e Stephen McFeely, explora um mundo pós-rebelião robótica, onde humanos e máquinas convivem em um equilíbrio frágil. O elenco estelar ainda inclui nomes como Ke Huy Quan, Jason Alexander, Woody Norman, Giancarlo Esposito, Stanley Tucci, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate, Hank Azaria, Colman Domingo e Alan Tudyk, o que eleva ainda mais as expectativas para essa aventura de ficção científica.
Enquanto o filme já desperta grande interesse, The Electric State: Kid Cosmo surge como um complemento narrativo essencial. Descrito como um “jogo de aventura e quebra-cabeças em tamanho reduzido”, ele será lançado em 18 de março de 2025, apenas quatro dias após o filme, e estará disponível gratuitamente para assinantes da Netflix no iOS e Android.
O jogo se aprofunda na backstory de Michelle e Chris, cobrindo cinco anos de suas vidas antes dos eventos do filme. Segundo a Netflix e a AGBO, empresa de mídia dos irmãos Russo, “este jogo narrativo acontece antes dos eventos do filme e abrange cinco anos, mesclando jogabilidade com uma narrativa emocional para criar uma experiência imersiva”.
Essa expansão transmídia não é apenas um acessório divertido
Essa expansão transmídia não é apenas um acessório divertido, mas uma oportunidade de explorar camadas adicionais da relação entre Michelle e Chris, algo que o formato de duas horas do filme não consegue abordar completamente.
Anthony Russo, um dos diretores, destacou a importância do jogo: “Ele expande a relação dos personagens principais do filme, Michelle e seu irmão Chris. Ele aborda uma parte do relacionamento deles que não seguimos no filme, que antecede e também sucede o filme. O jogo consegue explorar essa relação com mais profundidade”.
Russo enfatiza que, embora o filme trate minuciosamente do vínculo entre os irmãos, o tempo limitado impede uma cobertura total da história.
“O jogo oferece algo muito especial sobre quem essas pessoas são, qual é a relação delas umas com as outras e como ela evolui e cresce ao longo do tempo. Acho que as pessoas vão achá-lo muito relacionável. É uma relação maravilhosa e complicada entre irmãos, com tudo o que isso envolve”, acrescentou.
Ambientado em um cenário retrofuturista, Kid Cosmo mergulha os jogadores em Wichita, Kansas, em 1985, onde Chris e Michelle enfrentam os desafios de crescer em um mundo marcado por tecnologia e desordem.
jogo mistura elementos de quebra-cabeças com uma narrativa emocional,
O jogo mistura elementos de quebra-cabeças com uma narrativa emocional, permitindo que os jogadores coletem módulos para consertar a nave de Kid Cosmo enquanto desvendam os eventos que moldaram o universo de The Electric State. Essa abordagem reflete a tendência crescente da Netflix de integrar jogos mobile a suas produções audiovisuais, como já fez com Stranger Things: 1984 e Vikings: Valhalla, oferecendo aos fãs uma maneira de permanecer conectados às franquias entre temporadas ou estreias.
The Electric State: Kid Cosmo não é apenas um jogo, mas uma ponte entre o filme e o público, oferecendo uma perspectiva mais rica e emocional sobre Michelle e Chris. Para os fãs ansiosos por explorar cada canto desse universo distópico, o lançamento em 18 de março será uma chance de vivenciar uma história que complementa e expande a visão dos Russo, provando que, em um mundo de robôs e ruínas, as conexões humanas permanecem no centro de tudo.

