Um conceito mais do que interessante e que agradou aos fãs foi o do sangramento dos cristais kyber, algo mostrado no livro Ahsoka, onde nos foi explicado que os sabres de luz usados pelos Sith contém cristais Kyber que foram “sangrados”, sua força foi submetida a vontade do Sith que o usa, pois os cristais são de certa forma vivos e de certa foram conscientes.
Nos comics sobre Darth Vader o Imperador dá a Vader a missão de sangrar também o seu cristal Kyber, provando que ele realmente é leal ao Dark Side e para realizar tal tarefa, Palpatine envia Vader a um nexus da Força em Mustafar, examente onde seria construído mais tarde o castelo de Vader que vimos em Rogue One.
Durante esta missão vemos que sangrar um cristal Kyber não é tão simples assim, Vader inclusive é tentado pelo lado luminoso da Força e tem uma visão dele matando o Imperador e se rendendo a Obi-Wan Kenobi






Mas por fim o lado sombrio acaba vencendo e com Vader utilizando os momentos mais dolorosos da sua vida, como a morte da sua mãe, a luta em Mustafar e seus ferimentos, ele consegue sobrepujar a vontade do cristal finalmente obtendo o desejado efeito e provando sua lealdade ao Imperador.




É mais um capitulo que ilumina a forma como os cristais Kyber funcionam e o que realmente significa ser um Sith, pois não se trata apenas de nutrir o ódio que eles sentem, é preciso canaliza-lo como mostra Darth Vader nesta edição. Agora vale lembrar que o processo reverso também é possível como Ashoka nos mostrou ao pegar o cristal de um Inquisitor e traze-lo de volta ao lado luminoso da Força, o que no caso dela criou os seus sabres com lamina branca.


