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Star Wars: Aftermath, confira as primeiras 15 páginas do livro (em PT BR)

Star Wars:Aftermath é o livro que promete sanar todas as nossas dúvidas sobre o que aconteceu após a destruição da segunda Estrela da Morte e por que, em o Despertar da Força, o Império ainda existe de certa forma.

O livro será lançado apenas em setembro, mas a Lucasfilm publicou a introdução do livro. Basicamente é o que já sabíamos através do sumário que foi publicado anteriormente, mas agora em forma narrativa. Estas primeiras páginas, apesar de interessantes do ponto de vista de um fã, não tem o mesmo nível de Kenobi  ou Tarkin em termos de escrita. Mas ainda é cedo para tirar conclusões. Vamos aguardar o livro completo.

Prelúdio:

“Hoje é um dia de celebração. Nós triunfamos sobre a tirania e opressão e demos a nossa aliança – e a galáxia além dela-  uma chance para respirar e torcer pelo progresso ao recuperar a nossa liberdade de um Império que a roubou de nós. Temos relatos do comandantes Skywalker de que o Imperador Palpatine está morto e o seu braço direito, Darth Vader morreu com ele.

Mas apesar de celebrarmos, não deveríamos considerar esta nossa hora de descansar.

Nós demos um forte golpe no Império e agora é hora de aproveitar a oportunidade que nós criamos. A arma do Império pode estar destruída, mas o Império em si ainda vive. A sua mão opressiva se fecha em volta das gargantas das boas pessoas, de pensamento livre pela galáxia, de Coruscant até o Outer Rim. Devemos lembrar que nossa luta continua. Nossa rebelião terminou. Mas a guerra…. a guerra está apenas começando” – Almirante Ackbar.

CORUSCANT

Então:

Monument Plaza.

Correntes se fazem barulho a medida que elas cortam o pescoço do Imperador Palpatine. Cordas surgem em seguida – laços são feitos em volta da cintura da estátua. Os gritos loucos da multidão a medida que eles puxam e puxam e puxam. Lamentações surgem quando o monumento de pedra se recusa a ceder. Mas então alguém prende as correntes na traseira de dois Heavy-Gauge Speeders e então os motores são iniciados – os speeders aceleram e mais uma vez a multidão puxa.

O som de um osso gigante quebrando.

Uma fratura aparece na base da estátua.

Mais encorajamento. Gritos e …..

Aplausos quando a estátua cai

A cabeça se solta e vai rolando até que bate em uma fonte. Água negra se espalha. A multidão ri.

E então: O som de sirenes. Luzes vermelhas piscando. Três speeders surgem das pistas de tráfego acima- Policia Imperial. Capacetes vermelhos e preto. O brilho das suas luzes refletidos de volta em seus capacetes.

Não vêem nenhum aviso. Sem exigência de rendição.

Os canhões laser na frente de cada airspeeder abrem fogo. Rajadas vermelhas rasgam o ar. A multidão é cortada ao meio. Corpos caídos e costurados com fogo.

Mas ainda sim, aqueles reunidos não são coagidos. Eles não são mais uma multidão. Agora eles são uma turba. Eles começam a pegar pedaços da estátua de Palpatine e jogam estes contra os airspeeders. Um dos speeders desvia para o lado para evitar um pedaço de pedra que voa em sua direção – e colide com outro speeder, interrompendo o seu tiroteio. Cidadãos sobem no pedestal atrás de ambos os speeders – um pedestal onde estão escritos os valores Imperiais de ordem, controle e estado de direito- e começam a pular nos cruzadores policiais. Um policial é jogado do seu veículo. O outro sobe no capô do seu speeder e abre fogo com um par de blasters – ao mesmo tempo em que um pedaço de pedra o acerta no capacete, derrubando-o ao chão.

Os outros dois airspeeders sobem mais alto e continuam atirando.

Gritos, fogo e fumaça.

Dois daqueles reunidos – um pai e um filho, Rorak e Jak – rapidamente se escondem atrás da estátua caída. Os sons da batalha se desenrolando ali mesmo em Monument Plaz não param. Ao longe, o som de mais luta, plumas de fumaça, clarões de blasters. Um letreiro alto no céu entre o tráfego subitamente mostra estática.

O garoto é jovem, apenas 12 anos padrão, jovem demais para lutar. Ainda não. Ele olha para o seu pai com um olhar suplicante. Sobre o barulho ele grita: “Mas a estação de batalha foi destruída papai! A batalha terminou!” Eles assistiram apenas uma hora trás. O suposto fim do Império. O começo de algo melhor.

A confusão nos olhos brilhantes do garoto é clara: Ele não entende o que está acontecendo.

Mas Rorak sim. Ele ouviu os contos das Guerras Clônicas – contos passados a ele pelo seu próprio pai. Ele sabe como a guerra funciona. Não são muitas guerras, mas apenas uma, que continua e continua, cortada em pedaços para parecer mais aceitável.

Durante muito tempo ele disse ao seu filho não a verdade mas a esperança idealizada: Um dia o Império irá cair e as coisas serão diferentes para quando você tiver crianças. E isto ainda pode acontecer. Mas agora uma verdade mais forte e grave é requerida:

“Jak- a batalha não acabou. A batalha está apenas começando”.

Ele segura o seu filho perto.

Então ele coloca um pedaço da estátua na mão do garoto.

E pega um pedaço para si mesmo.

 

.
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Capítulo Um

Agora:

Faixas brancas rasgam a escuridão.

Uma nave sai do hiperespaço: um pequeno Starhopper. Uma nave de um tripulante. Preferida por muitas das facções menos desejáveis do Outer Rim – os piratas, os agenciadores de apostas, caçadores de recompensas e aqueles com recompensas por suas cabeças.

Esta nave em particular já viu ação: plasma marcando desde as asas até a causa; uma amassado na frente como se tivesse sido chutada por um AT-AT Imperial. Tanto melhor para a nave se misturar. A frente: o planeta Akiva. Um planeta pequeno – daqui, estrias marrons e verdes. Espessas nuvens brancas sobre a sua superfície.

O piloto, Wedge Antilles, uma vez o Líder Vermelho e agora – bem agora outra coisa, um papel sem um título forma ainda, por que as coisas são tão novas, tão diferentes, tão loucamente no ar – para ali e faz uma pausa.

É bom aqui em cima. Quieto.

Sem TIE Fighters. Sem rajadas a frente do seu X-Wing. Sem X-Wing, de fato e apenas dele adorar voar um, é bom sair. Sem Estrela da Morte – e aqui Wedge tem um frio da espinha, porque ele ajudou a derrubar duas dessas coisas. Alguns dias isso o enche de orgulho. Outros dias é algo diferente, algo pior. Como se ele fosse atraído de volta para isto. A luta ainda ocorrendo a sua volta. Mas hoje não é um desses dias.

Hoje está quieto

Wedge gosta do quietude.

Ele pega o seu datapad. Desce pela lista com um toque de um botão lateral. ( ele precisa apertar algumas vezes até a lista começar a descer – se tem uma coisa pela qual ele anseia quando tudo isto acabar é a chance de que talvez eles começam a receber novas tecnologias. De alguma forma este datapad tinha areia nele e é por isso que os botões travam. A lista de planetas passa.

Ele ja esteve em, vejamos, cinco até agora. Florrum. Ryloth. Hinari. Abafar. Raydonia. Este planeta, Akiva, é o sexto planeta em uma lista de muitos, demais na verdade.

Foi idéia dele esta viagem. De alguma maneira, as facções restantes do Império ainda estão alimentando o seu esforço de guerra meses depois da destruição da sua segunda estação de Batalha. Wedge tinha a noção de que eles devem ter se mudado para o Outer Rim – estude a sua história e é fácil ver que as sementes do Império cresceram primeiro aqui, longe dos sistemas do núcleo da galáxia, longe dos olhos curioso da República.

Wedge disse a Ackbar, Mon Mothma: “Pode ser que eles estejam lá novamente, se escondendo”. Ackbar disse que fazia algum sentido. Além de tudo Mustafar não tinha alguma importância para a liderança Imperial ? Rumores diziam que foi para lá que Vader levou alguns dos Jedi há muito tempo atrás. Torturando-os por informações antes da sua execução.

E agora Vader se foi. Palpatine também.

Quase lá,  Wedge pensa – uma vez que eles encontrarem as linhas de suprimento que estão fortalecendo os imperiais, ele irá se sentir bem melhor.

Ele ativa o comunicador. Tenta abrir um canal para o comando e –

Nada.

Talvez esteja quebrado. É uma nave velha.

Wedge procura ao seu lado, pega o comunicador pessoal que fica no seu cinto – aperta o lado do aparelho e tenta encontrar um sinal.

Mais uma vez: nada.

O seu coração cai até sua barriga. Por um momento ele sente como se estivesse caindo. Porque tudo isto significa que:

O sinal está bloquedo. Alguns dos sindicatos do crime operand aqui tem tecnologia para fazer isto localmente – mas no espaço acima do planeta, de jeito nenhum. Apenas um grupo tem esta tecnologia.

Seu maxilar se aperta.  A sensação ruim ruim que ele sente  é rapidamente justificada, a frente um Star Destroyers fura o espaço como a ponta de uma faca e sai do Hiperespaço. Wedge liga os motores. Eu preciso sair daqui.

Um segundo Star Destroyer chega e se aproxima do primeiro.

Os mostradores pelo painel do Starhopper começam a piscar em vermelho.

Eles o vêem. O que fazer ?

O que Han sempre diz ? Apenas voe de forma casual. A nave está disfarçada do jeito que está por uma razão: Parece que poderia pertencer a qualquer contrabandista de segunda aqui no limite da galáxia. Akiva é um local cheio de atividade criminosa. Governantes déspotas e corruptos.

Vários sindicatos competindo por recursos e oportunidades. Um bem conhecido mercado negro – uma vez, décadas atrás, a Federação do Comércio tinha uma fábrica de droides aqui. O que significa que se você quer algum droid não registrado, você pode vir aqui e comprar um.

A Aliança Rebelde na verdade conseguiu muitos do seus droides aqui.

Novo dilema: E agora ?

Voar até o planeta e fazer um reconhecimento aéreo, como era o plano original – ou traçar um curso de volta para Chandrila? Algo está acontecendo. Dois Star Destroyers aparecendo do nada ? Comunicações bloqueadas? Isto não é nada. Significa que eu encontrei  o que eu estava procurando.

Talvez algo ainda melhor.

Isto significa: Hora de traçar uma rota para for a daqui.

Mas isto irá demorar alguns minutos – sair do Outer Rim não é tão fácil quanto dar uma caminhada daqui a até ali. É um salto perigoso. Variáveis sem fim: nébulas, campos de asteróides, pedaços de lixo flutuante resultantes de batalhas diversas. A última coisa que Wedge quer fazer é pilotar em volta da borda de um buraco negro ou através do centro de uma estrelar se transformando em supernova.

O comunicador estala.

Eles o estão chamando.

Uma nítida voz Imperial surge através do canal.

“Este é o Star Destroyer Vigilance. Você entrou em espaço Imperial”. Ao que Wedge pensa: Isto não é espaço Imperial. O que está acontecendo aqui? “Identifique-se”.

Medo o atravessa claro e afiado como um choque elétrico. Este não é o negócio dele.Falar. Mentir. Um malandro como Solo poderia convencer um Jawa a comprar um saco de areia. Wedge é um piloto. Mas não é como se eles não tivessem planejado para um caso como este. Calrissian trabalhou na estória. Ele limpa a garganta, aperta o botão-

“Aqui é Gev Hessan. Pilotando um HH-87 Stahopper: O Rover”. Ele transmite o seu datacard.”Enviando credenciais”.

Uma pausa. “Identifique a natureza da sua visita”.

“Carga leve”.

“Qual carga?”.

A resposta padrão é: components para droides. Mas isto pode não colar aqui.

Ele pensa rápidamente- Akiva.Quente.Molhado. Na maior parte selva. “Partes para desumidificadores”.

Pausa. Uma excruciante.

O computador de navegação faz os cálculos.

Quase lá.

Uma voz diferente surge através do pequeno alto-falante. A voz de uma mulher. Tem algo frio nela. Menos nítida. Nada cadenciada. Se trata de alguém com alguma autoridade – ou pelo menos, alguém que acha que a tem.

Ela diz, “Gev Hassan. Piloto número 45236. Devaronian. Sim?”

Isto confere. Calrissian conhece Hassan. O contrabandista – desculpe, piloto legítimo e homem de negócios”, fazia contrabando de mercadorias para ajudar Lando a construir Cloud City. E ele é realmente Devaronian.

“Isso mesmo”, disse Wedge.

Outra pausa.

O computador está quase terminando os cálculos. Mais dez segundos no máximo. Números passando na tela….

“Engraçado”, diz a mulher. “Nossos registros mostram que Gev Hassan morreu em custódia Imperial. Por favor nos deixe corrigir nossos registros.

O computador hiperespacial termina os seus cálculos.

Ele empurra o controle de empuxo com a ponta da sua mão –

Mas a nave apenas estremece. Então o Starhopper treme mais uma vez e começar a vagar para frente. Em direção ao par de Star Destroyers. Isto significa que eles ativaram os raios tratores.

Ele se volta para o controle de armas.

Se ele vai sair dessa é agora ou nunca.

A Almirante Rae Slone encara o console e a janela. O vazio negro. As estrelas brancas. Pequenos pontos em um cobertor. E aqui fora, como o brinquedo de uma criança em um cobertor, um pequeno caça de longa distância.

“Faça um varredura”, ela diz. O tenente nils Tothwin olha para cima e dá um sorriso obsequioso.

“É claro”, ele diz, sua expressão preconceituosa e fechada. Tothwin é um emblema do que está errado com as forças Imperiais atualmente: Muitos dos seus melhores morreram. O que restou é em parte, as sobras. As folhas e galhos no fundo de um copo de chá.

Ainda sim, ele faz o que lhe é dito,  o que é algo – Sloane pondera quando o Império irá realmente começar a se tornar fraturado. Forças fazendo o que querem, quando o querem. Caos e anarquia. O momento em que isto acontecer, o momento em que alguém proeminente se separa do resto e segue o seu próprio caminho, então eles estarão realmente condenados.

Tothwin faz uma varredura do Starhopper a medida que o raio trator o puxa lentamente, mas inevitavelmente mais perto. A tela abaixo dele brilha e uma imagem holográfica da nave surge Diane dele, como se tivesse sido construída por mãos invisíveis. A imagem pisca em vermelho na parte de baixo. Nils, pânico em sua voz diz: “Hessan está carregando o seu sistema de armas”.

Ele o reprime. “ Se acalme tenente. As armas em um Starhopper não são suficientes para-“ Espere. Ela força os olhos. “Aquilo é o que eu penso que é?”.

“O que ?” Tothwin pergunta.” “Eu não-“

O dedo dela aponta para a parte frontal do holograma – circulando o nariz curvado do caça. “Aqui. Lançador de munição. Torpedo de próton.

“Mas o Starhopper não estaria equipado – Oh. Oh.”

“Alguém veio preparado para uma luta”. Ela ativar o comunicador de novo. “Aqui é a almirante Rae Sloane. Eu estou te vendo pilotozinho. Preparando um par de torpedos. Deixe-me advinhar: Você acha que um torpedo próton irá interromper o nosso raio trator por tempo o suficiente para você fugir.

Isto pode dar certo. Mas deixe-me lembrá-lo também que temos munição suficiente no Vigilance transformá-lo não apenas em pedaços, mas em uma partícula de matéria. Como poeira, jogada na escuridão. Você não irá conseguir sincronizar. Você irá disparar o seu torpedo. Iremos disparar o nosso. Mesmo que quando a sua arma nos atingir o nosso raio esteja desativado…..” Ela se segura. “Bem se você acha que você precisa tentar, então tente.”

Ela diz a Nils para mirar no Starhopper.

Só para garantir.

Mas ela espera que o piloto seja sábio. Que não seja algum tolo. Provavelmente alguém batedor rebelde, algum espião, o que por si só é algo tolo – apesar de menos agora, com a segunda recém construída Estrela da Morte destruída como sua predecessora.

Ainda mais razão para ela ficar vigilante, assim como o nome da sua nave sugere. O encontra em Akiva não pode dar errado. Deve acontecer. Deve ter um resultado. Tudo parece no limite, o Império inteiro na beira do poço, a borda caindo em pedaços.

A pressão é alta. Uma pressão quase literal – como um punho pressionado contra as suas costas, sugando o ar dos seus pulmões.

A chance dela de se sobressair.

A sua chance de mudar a sorte Imperial.

Esqueça os costumes antigos.

Certamente.

Wedge estremece, coração acelerado no seu peito como um pulso de íon. Ele sabe que ela está certa. O tempo não está a favor dele. Ele é um bom piloto, talvez um dos melhores, mas ele não tem a força do seu lado. Se Wedge lançar aqueles dois torpedos, eles irão dar a ele tudo o que eles tem. E então não vai fazer diferença se ele se livrar do raio trator. Ele não vai ter mais do que um segundo para fugir de qualquer chuva de munições que eles lançarem na sua direção.

Algo está acontecendo. Aqui, no espaço acima de Akiva. Ou talvez abaixo na superfície do planeta.

Se ele morrer aqui – ninguém irá saber o que é.

O que significa que ele tem que fazer isso do jeito certo.

Ele desliga os torpedos.

Ele tem outra idéia.

♦♦♦

Doca 42.

Rae Sloane está na sacada cercada de vidro, vendo o batalhão de stormstroopers. Este lote, como Nils, é imperfeito. Aqueles que receberam altas notas na Academia foram enviados para servir a bordo da Estrela da Morte ou na nave de comando de Vader, o Executor. Metade deles nem completou a Academia – eles foram tirados do treinamento prematuramente.

Estes vão servir. Por enquanto. A frente está o Starhopper – vagando através do vazio do espaço, levado pelo raio trator invisível. Passando pela linha de TIE Fighters ( metade do que eles precisam, um terço do que ela preferiria), vagando lentamente em direção aos stormtroopers.

Eles possuem os números. O Starhopper terá apenas um piloto, provavelmente, talvez um segundo ou terceiro tripulante.

A nave chega cada vez mais perto.

Ela se pergunta: Quem é você? Quem está dentro daquela pequena lata de sardinhas?

Então: Um flash brilhante e um estremecimento – o Starhopper repentinamente  brilha de forma azulada do nariz até a sua cauda.

Ele explode em uma chuva de fogo e pedaços.

♦♦♦

“Quem quer que fosse”, o tenente Tothwin disz, “eles não queriam ser descobertos. Eu acho que eles preferiram uma saída rápida”.

Sloane fica em meio aos destroços fumegantes do caça de longo alcance. É um fedor de ozônio e fogo. Um par de astromechs pretos brilhantes passam atirando espuma extintora para apagar a última das chamas. Eles tem que evitar os corpos de meia dúzia de stormtroopers no chão. Capacetes rachados. Placas peitorais da armadura queimadas. Rifles Blasters jogados e quebrados.

“Não seja inocente”, ela diz, reprimindo. “Não, o piloto não queria ser descoberto. Mas ele ainda está aqui. Se ele não queria que nós o explodíssemos lá fora, você realmente acha que ele estaria ansioso para morrer aqui?”.

“Pode ser um ataque suicida. Aumentar os danos”-

“Não. Ele está aqui. E ele não pode estar longe. Encontre-o”.

Nils acena de forma nervosa e rápida. “Sim, Almirante. Imediatamente”.

Aftermath, por Chuck Wendig, será lançado em 4 de setembro.

Copyright © 2015 by Lucasfilm Ltd.® & TM where indicated. Excerpted by permission of Del Rey, a division of Random House LLC. All rights reserved. No part of this excerpt may be reproduced or reprinted without permission in writing from the publisher.

2 comentários

Natália Maria julho 28, 2015 at 22:27

Interessante!!
Deu vontade de ler o resto!!

GeekZilla julho 29, 2015 at 15:12

Muito! Recomendamos também Tarkin e Heir to the Jedi ( são antes de O Retorno de Jedi mas vale para entender a jornada do Luke e do Tarkin.)

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