O cilindro de urânio é pouco menor do que uma garrafa de café e mesmo com a blindagem contra radiação e detectores ele ainda é apenas pouco maior do que um microondas. Mas este pequeno protótipo será testado em breve no deserto de Nevada, Estados Unidos, alimentando o sonho de um futuro fora do planeta para a humanidade.
Estamos falando do projeto Kilopower, uma parceria da NASA e do Departamento de Energia Norte-Americano, este será o primeiro reator de fissão nuclear a ir para o espaço desde o projeto SNAP 10A desenvolvido nos anos sessenta, atualmente um protótipo está em testes, o que o torna mais perto de ser lançado em uso prático do que qualquer outro projeto das últimas décadas.

O reator Kilopower, que fãs de Stargate irão comparar com o geradores naquadah devido ao seu tamanho e capacidade (relativa claro, pois a versão da série é bem menor), opera em dois tamanhos, um de 1 kilowatt (1,000 Watt) e outro de 10 kilowatt. Claro estamos brincando um pouco com as comparações, mas o reator/gerador usado em Stargate acabou ficando bem próximo da realidade com este projeto da NASA.





De acordo com o líder do projeto, Pat MacClure, em Lost Alamos:
A sua torradeira em casa usa um kilowatt e sua casa em média usa 5 KW por dia durante qualquer momento. Perceba então que isto é muita energia para a NASA, que está acostumada a ter disponível apenas algumas centenas de watts. Então ter 1 ou 10 kilowatts é ter muita eletricidade.
Para feitos de comparação a sonda New Horizons tinha uma capacidade energética maxima de 240 watts e a o rover Curiosity tem apenas 120 watts disponíveis. Ambos usam as chamadas baterias nuclear, convertendo calor de plutônio que decai naturalmente diretamente em eletricidade. Mas plutônio é algo escasso atualmente e mil ou dez mil watts é um grande passo em relação as antigas fontes de energia, mesmo se pequeno quando comparado a nossa demanda energética aqui na Terra.

Mas o sistema Kilopower trabalha de forma diferente, ele criar uma reação de fissão, dividindo atomos de urânio para eles liberaram energia que é então convertida em eletricidade, basicamente o mesmo conceito de um reator Naquadah da série Stargate com a diferença que o elemento fictício é bem mais poderoso que o urânio.
Agora é esperar que a NASA termine os seus testes para que o reator possa ser adicionado a futuros planos de colonização do planeta vermelho, sendo que de acordo com a agência os seus planos são enviar a

