Depois de vários relatos de fontes anônimas que o FBI havia ligado a invasão da Sony Pictures a Coreia do Norte, a agência norte-americana confirmou a informação.
Conforme uma declaração publicada pelo Bureau, uma investigação revelou “significantes semelhanças” entre os ataques contra a Sony e outras invasões realizadas pela Coreia do Norte anteriormente. Informações anteriores diziam que o FBI poderia identificar a China como uma participante potencial no ataque, mas no anúncio não houve qualquer menção ao país.
As ações da Coreia do Norte tinha como intenção causar danos significativos a negócios americanos e suprimir o direitos de cidadãos norte-americanos de se expressarem.
O FBI continua o relato explicando que uma análise técnica profunda do “malware destrutivo” utilizado nos ataques foi crítica ao estabelecer a ligação da Coreia do Norte ao ataque. Aparentemente não faltaram semelhanças em específicas linhas de código e algoritimos criptográficos utilizados no passado por agentes do país comunista.
Agora o fato que chama mais atenção de acordo com o FBI é que endereços IP ligados a infraestrutura da Coreia do Norte estavam codificados diretamente no programa.
Ontem Josh Earnest, porta-voz da Casa Branca, disse a jornalistas que o governo estava discutindo uma “resposta adequada” ao ataque que já esta sendo considerado como um dos maiores de todos os tempos, e também uma derrota para os Estados Unidos na cyberguerra que vem sendo travada de forma não declarada em vários países.

