A Apple é a mais recente empresa estrangeira a sofrer com a medida que visa reduzir a dependência do governo chinês em relação a hardware e software produzido por empresas internacionais.
O governo chinês excluiu a Apple de uma lista de empresas aprovadas das quais dispositivos podem ser comprados para uso governamental, devido a “preocupações de segurança” vagamente definidas. Membros do governo falando em condição de anonimato para a Bloomberg disse que produtos da Apple incluindo iPads e MacBooks – estavam na lista prévia feita em junho mas foram removidos da versão final aprovada em julho.
Com isto a Apple se juntou a outras empresas cujos produtos não podem ser mais comprados com dinheiro público na China. Em maio o governo chinês já havia banido o Windows 8 e indicou que estava procurando alternativas aos servidores da IBM no seu setor bancário, para prevenir vigilância por parte de agências internacionais. Nesta semana em termos de software, a Symantec e Kaspersky também foram barradas e não podem mais fornecer software ao governo do país.
Alguns tinham especulado que a attitude da China era punitive em relação aos Estados Unidos, particularmente depois das acusações feitas pelos norte-americanos contra a China envolvendo cyber espionagem em maio. Entretanto o fato da russa Kaspersky estar banida das listas de compra do governo sugere que o país esta empenhado em limitar a influencia que qualquer empresa tem dentro de suas fronteiras.

