Se você é fã de Battlefield, prepare-se: um vídeo vazado da fase alpha de Battlefield 6 deu as caras na internet, graças a várias canais no YouTube. A estrela do show? Um sistema de destruição que, convenhamos, não se importa muito com realismo — mas sim com diversão na veia.
https://www.youtube.com/watch?v=z_ra4QtzzfA
https://www.youtube.com/watch?v=Zb5nd_bE3L0
https://www.youtube.com/watch?v=naqI1yhobIU&t=2s
Quebrando Tudo — Literalmente
No vídeo, vemos jogadores detonando prédios inteiros com lança-foguetes, minas, explosivos e até tanques. A destruição é exagerada? Com certeza. Parece uma versão hiperativa de um desenho animado, não algo “realista”. Mas isso não é ruim — é exatamente o que muitos queriam. Afinal, para que se preocupar em simular cada parede rachada quando o que importa é derrubar o ponto de vantagem dos campers?
A cereja no bolo? Os destroços gerados podem causar dano. Nem todos, mas parte deles sim — uma boa sacada para manter a tensão alta e a estratégia em cheque.
Esse sistema vai mudar o ritmo do jogo. Esqueça aquela velha sensação de “estou seguro no prédio”. Agora, qualquer abrigo pode virar uma armadilha mortal, aumentando a pressão e forçando movimento constante. Snipers pirando, preparem-se para sofrer.
O Que Sabemos Sobre o Jogo?
Battlefield 6 será revelado oficialmente pela EA no showcase de junho de 2025. A previsão (não oficial, óbvio) é que ele chegue no final do ano — ou, se a história com BF2042 servir de exemplo, talvez só em 2026.
Visualmente, parece um retorno ao estilo moderno de Battlefield 3, nada de guerras mundiais ou sci-fi futurista. Essa vibe “de volta às raízes” deve agradar a legião de fãs cansados do experimento que foi BF2042.
Por ser um vazamento, o vídeo deve sair do ar em breve — a EA já derrubou o anterior. Se quiser ver a destruição em ação, corre.
Após o fiasco de BF2042, ver um jogo que promete mais destruição e menos frescura tática é um alívio. A desenvolvedora está, enfim, mostrando que ouviu a comunidade. Resta torcer para que o jogo entregue não só a destruição, mas também o equilíbrio que fez os clássicos serem eternos.

