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VISION QUEST: Showrunner Terry Matalas confirma lugar da série na linha do tempo do MCU e revela lista completa de roteiristas

O futuro do MCU no streaming passa por Vision Quest, nova série da Disney+ que expande a narrativa pós-WandaVision. Sob a tutela de Terry Matalas — conhecido por trabalhos como 12 Monkeys e Star Trek: Picard — a produção se posiciona de forma estratégica dentro da complexa linha temporal do Universo Cinematográfico Marvel.

O foco central é o White Vision, uma entidade criada por S.W.O.R.D. a partir da reconstrução do Vision original, mas desprovida das emoções e da personalidade do original. A série promete explorar a retomada da autoconsciência e as implicações filosóficas e existenciais decorrentes dessa nova versão do personagem.

Além disso, elementos clássicos do MCU, como Ultron, Jocasta (a inteligência artificial feminina ligada a Ultron) e Tommy Maximoff, estarão envolvidos, sinalizando uma trama que se entrelaça diretamente com eventos e personagens centrais da franquia.

A equipe de roteiristas confirma o alto padrão da produção, reunindo nomes que agregam profunda experiência em ficção científica e tramas complexas:

  • Michael Taylor (Star Trek: Deep Space 9, Battlestar Galactica), especialista em universos intricados e questões filosóficas.

  • Chris Monfette (12 Monkeys, Star Trek: Picard), com habilidade para construir narrativas multifacetadas.

  • Cindy Appel (Star Trek: Picard), focada na construção emocional e mundos verossímeis.

  • Matt Okumura (Star Trek: Picard, Interior Chinatown), conhecido por misturar cultura e inovação narrativa.

  • Terry Matalas (12 Monkeys, Star Trek: Picard), showrunner e principal articulador da série.

Matalas comenta a colaboração e liberdade criativa no projeto:
“Havia uma espécie de logline muito específico,” disse. “Tipo ‘é isso, isso e aquilo’. Mas existiam mil maneiras de fazer exatamente aquilo. Estou tentando encontrar uma forma vaga de responder, mas foi uma oportunidade para dizer, ‘Ok, se você quer fazer isso, então também quer fazer isso, isso e aquilo’. E isso se tornou uma experiência altamente colaborativa que tem sido maravilhosa.”

Ele ressalta a responsabilidade e o desafio:
“E não precisa ser com os maiores e mais bem-sucedidos estúdios de todos os tempos. Tem sido uma experiência criativa incrível, e acho que estamos fazendo algo realmente especial,” completou. “Também é assustador porque eles dizem: ‘Vai lá e faz aquela coisa maluca que você quer fazer.’ E eu fico tipo, ‘Uau, é um palco enorme para dar um grande golpe.’ Mas acho que estamos em um lugar muito bom.”

Sobre a cronologia, Matalas esclarece:
“A linha do tempo está definitivamente navegada. No final de WandaVision, o Vision original foi reconstruído e armado, depois teve um momento de descoberta e aceitação de quem ele era. Depois, ele partiu. [Vision Quest] segue esse personagem e a jornada dele.”

Rumores indicam a participação de Jocasta, ampliando a trama do lado sintético da narrativa.

Com roteiristas experientes em dilemas éticos, tecnologias avançadas e desenvolvimento psicológico, Vision Quest deve ser um ponto de inflexão no MCU, investindo em narrativa complexa e densa, ideal para públicos geeks e técnicos.