O aclamado diretor Bong Joon-ho, conhecido por obras como “Parasita” e “O Hospedeiro”, retorna às telas com “Mickey 17”, uma ficção científica estrelada por Robert Pattinson. O filme estreou em 7 de março de 2025, arrecadando US$ 19 milhões no fim de semana de estreia nos Estados Unidos, liderando as bilheterias e superando “Capitão América: Admirável Mundo Novo”
No entanto, na segunda semana, “Mickey 17” sofreu uma queda de 60% nas bilheterias domésticas, totalizando US$ 33,2 milhões, enquanto o lançamento de “Novocaine: À Prova de Dor” assumiu a liderança com US$ 8,7 milhões
A trama de “Mickey 17” é baseada no romance “Mickey7” de Edward Ashton e se passa em 2054, acompanhando Mickey Barnes (Pattinson), um “descartável” em uma missão de colonização no planeta Niflheim. Cada vez que Mickey morre em tarefas perigosas, ele é clonado com memórias intactas, até que uma falha resulta na coexistência de duas versões dele, levantando questões sobre identidade e existência.
As críticas ao filme são mistas. Enquanto alguns elogiam a atuação de Pattinson e a sátira social presente na narrativa, outros apontam falhas no desenvolvimento dos temas e na coesão do enredo
No Brasil, “Mickey 17” está em cartaz nos cinemas, com sessões disponíveis em diversas redes.Para os que preferem assistir em casa, há expectativa de que o filme seja disponibilizado em plataformas de streaming em breve, embora uma data oficial ainda não tenha sido anunciada
Em resumo, “Mickey 17” oferece uma experiência cinematográfica que combina ficção científica e sátira social, características marcantes do trabalho de Bong Joon-ho. Apesar das críticas divididas e dos desafios nas bilheterias, o filme apresenta uma narrativa instigante que pode atrair tanto fãs do diretor quanto apreciadores do gênero.

